13.3.05
DOMINGO
11.3.05
B+
Tic Tac Tic Tac Tic Tac
Nove, seis e meia, nove, seis e meia e sete e sete e meia e e e...
Tic Tac Tic Tac Tic Tac Tic
PC's, Mac's, ratos, canetas, folhas, papeis, cadernos.
Contas e briefings e horas sem saber o que fazer.
E almoços sem comer e sandes no frigorífico e iogurtes.
E acordar cedo, e dormir na viagem e voltar para casa e sair no fim de jantar e dormir e acordar e trabalhar trabalhar trabalhar.
Não há tempo para as tintas, para as canetas, para as t-shirts, para as compras à tarde e os chás às cinco (ou às seis, se me apetecer).
Tic Tac Tic Tac Tac Tic
Falha um movimento ao pêndulo. Muito sono à sexta-feira!
O fim de semana é pouco para as horas de segunda terça quarta quinta sexta-feira.
Nove, seis e meia, nove, seis e meia e sete e sete e meia e e e...
Tic Tac Tic Tac Tic Tac Tic
PC's, Mac's, ratos, canetas, folhas, papeis, cadernos.
Contas e briefings e horas sem saber o que fazer.
E almoços sem comer e sandes no frigorífico e iogurtes.
E acordar cedo, e dormir na viagem e voltar para casa e sair no fim de jantar e dormir e acordar e trabalhar trabalhar trabalhar.
Não há tempo para as tintas, para as canetas, para as t-shirts, para as compras à tarde e os chás às cinco (ou às seis, se me apetecer).
Tic Tac Tic Tac Tac Tic
Falha um movimento ao pêndulo. Muito sono à sexta-feira!
O fim de semana é pouco para as horas de segunda terça quarta quinta sexta-feira.
17.2.05
And now for something completely different...
8.3.04
8 do 8 do 2+2+0+0+4=8
H· um mÍs que ando no ar! Agora flutuo, depois vÙo, depois plano... mas sempre sem aterrar.
H· um mÍs que ando de bal„o e de avi„o e de asa delta e faÁo vÙos picados sobre a minha cabeÁa sempre que a avisto l· ao longe.
H· um mÍs que n„o me agarraram os pÈs e eu levantei vÙo. E voei, voei, voei. Ai de mim que ninguÈm me alcanÁa!
H· um mÍs vieste tu e estava l· eu e ficamos nÛs.
H· um mÍs que voar ficou mais f·cil. Ainda bem que j· foi tarde quando me tentaram agarrar os pÈs.
H· um mÍs que ando de bal„o e de avi„o e de asa delta e faÁo vÙos picados sobre a minha cabeÁa sempre que a avisto l· ao longe.
H· um mÍs que n„o me agarraram os pÈs e eu levantei vÙo. E voei, voei, voei. Ai de mim que ninguÈm me alcanÁa!
H· um mÍs vieste tu e estava l· eu e ficamos nÛs.
H· um mÍs que voar ficou mais f·cil. Ainda bem que j· foi tarde quando me tentaram agarrar os pÈs.
beija, beija, t· calor, t· calor!
Por c· est· frio... e n„o È pouco!
O Brasil foi bom, o Brasil foi lindo!! Brincamos e cantamos e danÁamos e rimos e tivemos calor quando nevou na serra.
De l· trouxemos saudades, amizades, trancinhas e o moreno que dura atÈ hoje.
Disse que ia e fui. Fui e voltei. Voltamos todos! Iguais e diferentes do que fomos.
Para quem foi: teremos sempre este Porto Seguro. ;)
O Brasil foi bom, o Brasil foi lindo!! Brincamos e cantamos e danÁamos e rimos e tivemos calor quando nevou na serra.
De l· trouxemos saudades, amizades, trancinhas e o moreno que dura atÈ hoje.
Disse que ia e fui. Fui e voltei. Voltamos todos! Iguais e diferentes do que fomos.
Para quem foi: teremos sempre este Porto Seguro. ;)
1.2.04
vÙo livre
Estou outra vez em bal„o. Incho, incho atÈ ficar vermelha e luzidia, pronta para voar.
Se n„o me seguram, vou subir, subir, subir e nunca mais ninguÈm me apanha.
Se n„o me seguram, sÛ vou conseguir descer com furos e alfinetes, ou nos restos de um grande PUM esfarrapado.
Se n„o me seguram, vou subir, subir, subir e nunca mais ninguÈm me apanha.
Se n„o me seguram, sÛ vou conseguir descer com furos e alfinetes, ou nos restos de um grande PUM esfarrapado.
31.1.04
diagnÛstico fatal
"A menina tem sa˙de a mais." Disse o mÈdico com pesar. "A continuar assim, isto n„o vai acabar nada bem."
A m„e chora, aflita, e diz "Mas ela nasceu com laranjas!" enquanto o pai, impaciente, anda TIC TOC como o pÍndulo do relÛgio para um lado e para o outro na sala de espera.
"SÛ h· uma soluÁ„o - dÍ-lhe uma colher de gripe antes das refeiÁıes durante 15 dias...depois logo se vÍ." E foi tudo. O doutor fechou a porta e a famÌlia desceu o escorrega atÈ ‡ entrada, a chorar e a dizer "Ela nasceu com laranjas..."
Quando viu a receita, o farmacÍutico acrescentou comprimidos de sarampo ‡ encomenda "Para tomar um ao lanche..."
Os dias passaram-se. Ao fim de duas semanas a famÌlia voltou ao consultÛrio. A menina foi examinada. Com urgÍncia foi chamada uma ambul‚ncia - a menina tinha um sopro na unha do pÈ.
A m„e chora, aflita, e diz "Mas ela nasceu com laranjas!" enquanto o pai, impaciente, anda TIC TOC como o pÍndulo do relÛgio para um lado e para o outro na sala de espera.
"SÛ h· uma soluÁ„o - dÍ-lhe uma colher de gripe antes das refeiÁıes durante 15 dias...depois logo se vÍ." E foi tudo. O doutor fechou a porta e a famÌlia desceu o escorrega atÈ ‡ entrada, a chorar e a dizer "Ela nasceu com laranjas..."
Quando viu a receita, o farmacÍutico acrescentou comprimidos de sarampo ‡ encomenda "Para tomar um ao lanche..."
Os dias passaram-se. Ao fim de duas semanas a famÌlia voltou ao consultÛrio. A menina foi examinada. Com urgÍncia foi chamada uma ambul‚ncia - a menina tinha um sopro na unha do pÈ.
27.1.04
vou
Vou! Com eles, com muitos, com todos, com todos os que v„o.
Vou, sim. Sim ou n„o. Decidi! Vou, sim!
Vou! Para l·, para ali, para aqui, para acol·. Vou!
Vamos todos e voltamos - todos os que v„o.
Custou a decidir. Sim, n„o; vou, n„o vou; talvez, quem sabe; vou?...ou n„o? Vou!
Custou a decidir, mas agora vou, vou, vou!
Vou, sim. Sim ou n„o. Decidi! Vou, sim!
Vou! Para l·, para ali, para aqui, para acol·. Vou!
Vamos todos e voltamos - todos os que v„o.
Custou a decidir. Sim, n„o; vou, n„o vou; talvez, quem sabe; vou?...ou n„o? Vou!
Custou a decidir, mas agora vou, vou, vou!